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Vida por Vidas tem lançamento oficial no Hemocentro de Brasília

A ênfase desta vez foi a doação de medula óssea. Foram esclarecidas dúvidas sobre procedimentos, além da própria doação e cadastramento realizados pelo grupo de voluntários presentes. Segundo o organizador, pastor Otimar Gonçalves, líder do Ministério Jovem da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, a ideia é aumentar o número de doadores de medula óssea e conscientizar a sociedade da importância deste gesto. “Entendemos que o gesto de doar, seja sangue ou medula, é um ato de amor a exemplo de Jesus Cristo quando morreu para salvar a humanidade”, destaca Gonçalves.
Elvis Silva Magalhães sofria de anemia falciforme e é um dos nove pacientes  desta doença que foram submetidos ao transplante de medula no Brasil. Ele esteve no lançamento e revelou que “depois de conviver com uma doença tão difícil por tantos anos, só agora levo uma vida que nem conhecia, uma vida normal”. “Eu fui agraciado por ter alguém compatível na família, mas isso é muito raro. Uma campanha como essa com certeza vai ajudar quem precisa a encontrar um doador”, explicou.
O irmão doador é Elder Silva Magalhães. Ele não mente: “Doi um pouco, mas o benefício é muito grande, mesmo que seja por um desconhecido. Vai salvar uma vida, isso que importa. Todo sacrifício vale a pena.”Argemiro Rosa Ferreira Neto concorda e por isso  é doador regular de sangue e plaquetas. Com o esclarecimento do Vida por Vidas ele decidiu ir mais fundo. “Ouvi na rádio CBN ontem sobre o Vida por Vidas. Então decidi: vou lá amanhã e também quero me cadastrar para a doação de medula”, contou. “Esta campanha esclareceu a dúvida de todo mundo. Se me recupero em quinze dias, isso não é nada. Todo mundo devia doar. É muito triste quando alguém precisa e não encontra ninguém compatível”, incentivou.
Doações aconteceram com grupo que foi ao Hemocentro da capital federal no lançamento oficial do projeto“Para ser doador de medula basta gozar de boa saúde. Recolhemos cinco ml de sangue e inserimos o voluntário no cadastro nacional e internacional de doadores de medula. Se ele for chamado, será internado para a verificação de compatibilidade sanguínea e então fazer a doação”, explicou a técnica da coordenação de doação de sangue e hemoderivados do Ministério da Saúde, Jaqueline Viana de Carvalho. “É mais ou menos uma semana de recuperação, sendo dois dias de internação e cerca de 15 dias para a recuperação total da medula do doador. A recuperação é rápida e o ganho é imenso. Depois ele volta à uma vida normal e mais feliz”, garantiu a chefe do setor de captação do Hemocentro, Verônica Cavalcante e Andrade.
Outras informações podem ser obtidas no site www.vidaporvidas.com.br (português) e www.vidaporvidas.com (espanhol). [Equipe ASN, Jeanne Moura e Felipe Lemos]

Fonte: http://www.portaladventista.org/


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